16 de Outubro, Teatro Extremo, Almada


Promocional da peça

28 de Junho na BoxNova do C.C.B.

Ficha Artística:


Coreografia/Interpretação: Joana Bergano
Assistência Coreográfica: Ana Gouveia
Música: João Lucas
Cenário/Desenho de Luz: José Pedro Patacão




Joana Bergano

Nasceu em Lisboa em 1982. Iniciou a sua formação em dança na Companhia de Dança de Almada. Em 2005 é finalista do curso de Dança (ramo Espectáculo) da Escola Superior de Dança, onde teve a oportunidade de trabalhar com Jean-Paul Bucchieri, Amélia Bentes, Rui Lopes Graça, Francisco Camacho, Olga Roriz, Annabelle Bonnery, Rui Horta, Antonio Carallo, entre outros. Ainda como aluna da mesma escola, teve a oportunidade de mostrar uma das suas peças no Fonty's Festival, na Holanda.
Como intérprete profissional, entre 2005/2006, trabalhou com Clara Andermatt em O Grito do Peixe, uma Co-Produção com a Faro Capital Nacional da Cultura 2005; com Miguel Moreira em Projecto Maria, uma Co-Produção com o Espaço do Tempo; com Rita Judas em Ponto de Fuga, uma Co-Produção com o C.C.B.; com Rui Lopes Graça em Dois, uma Co-Produção com o Teatro Vila Flor e o Teatro Aveirense; e com Joclécio Azevedo em Inventário, uma Co-Produção com a Culturegest. Em 2007/2008, trabalhou com Clara Andermatt em e dançaram para sempre, uma Co-Produção com o T.N.S.C.; e com Cláudia Nóvoa em Olhos de Areia, uma Co-Produção com o C.C.B. É também em 2008 que estreia a sua primeira peça Be in La La Land, one solo for me, na BoxNova do C.C.B.

Desde 2006 dá workshops de dança para jovens e adultos.



Ana Gouveia

O seu percurso artístico começou na Escola António Arroio e paralelamente surgiu a dança. Fez a Licenciatura na Escola Superior de Dança, ramo Espetáculo (1997-2001) onde trabalhou com diversos professores e convidados. Fez uma pós-graduação em História da Arte Contemporânea na Universidade Nova de Lisboa (2002-03).
Enquanto criadora e/ou intérprete tem desenvolvido projectos artísticos na área da dança com Beatriz Cantinho, Catarina Trota e Marina Nabais, entre outros. Actualmente explora o universo das marionetas de mesa com Ângela Ribeiro.



João Lucas

Nasceu em Lisboa em 1964. Iniciou os estudos musicais aos 8 anos, na Academia dos Amadores de Música. Conclui com alta classificação o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional, em 1989, na classe do professor Miguel Henriques, após vários anos de estudo com a pianista Tania Achot. Iniciou os estudos de composição com Fernando Lopes-Graça, tendo posteriormente estudado com Constança Capdeville, Christopher Bochmann, Sérgio Azevedo, Carlos Caires e António Pinho Vargas, entre outros.
Profissionalizou-se em 1982, tendo colaborado como músico, produtor e director musical em numerosas gravaçãoes e espectáculos ao vivo.
A partir de 1989 dedicou-se igualmente à composição de música de cena para teatro e dança. Neste âmbito, colaborou com os encenadores Lúcia Sigalho, Fernanda Lapa, Mário Trigo, Isabel Medina, António Feio, Pedro Carmo, Cristina Carvalhal, Ligia Soares, Andresa Soares, Diogo Dória, João Garcia Miguel, e com os coreógrafos Clara Andermatt, João Fiadeiro, Paulo Ribeiro, Rui Lopes Graça, Amélia Bentes, Marta Lapa, Aldara Bizarro, Olga Mesa, entre outros.



José Pedro Patacão

Nasceu no Porto em 1979 onde iniciou a sua formação, na Academia Contemporânea do Espectáculo, tendo em 2003 terminado o curso de realização plástica. Passou também pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, na área de Luz e Som. Em Madrid frequentou um Mestrado em Direcção Artística na Escola Superior das Artes dos Espectáculo.
Como profissional tem trabalhado em teatro, música, dança e ópera. Actualmente desempenha funções de Maquinaria de Cena no C.C.V.F. (Guimarães), continuando a colaborar com diversas companhias e salas de espectáculo. Teve o privilégio de trabalhar com vários encenadores, onde se destacam nomes António Capelo, João Paulo Costa, José Carretas, João Pedro Vaz, Mietta Corli e Giuseppe Frigene.

Festival EntreDanzas 08, Santiago de Compostela, Galiza











Be in La La Land, one solo for me


“A minha cabeça já deu tantas voltas à procura dela própria. Perguntou ao braço, ao pé e às pontas do cabelo, mas não mais a viram depois dela ter acordado. É que isto de dizer que a temos é fácil, o pior é quando a queremos agarrar e ela teima em não vir. Nesse caso, a primeira premissa é: NÃO HÁ LIMITES PARA A IMAGINAÇÃO. Os únicos que poderão vir a existir serão os do corpo, mas estes são sempre superáveis. De um ponto X procura-se a abstracção, o estímulo conduz à construção e a uma consequente desconstrução para voltar a montar excertos como peças de um puzzle… ou de um caleidoscópio. Eu em tempos tive um caleidoscópio. Era pequenino, pequenino, mas quando olhava para dentro dele era como se conseguisse ver todos os meus fragmentos. Era um corrupio de imagens constantes e de novos significados que me desbloquearam certas sensações. Era um revirar de dentro para fora, de trás para a frente, de cima para baixo...”